A expressão popular “a burra nas couves” é sinónimo de confusão e desordem.
Quando as coisas descambam, o Torriense não tem dúvidas: “Tem a burra nas couves!”.
A sua origem é incerta, mas a imaginação popular aponta dois caminhos: ou a burra era escondida no campo de couves quando o caos se instalava, ou então, sendo um animal teimoso e difícil de controlar, fazia estragos sempre que se metia nas hortas.
Em Torres Vedras, esta expressão ganha ainda mais força.
Somos cidade, mas não deixamos de ser campo. Aqui, as vinhas, as estufas e os pedacinhos de terra misturam-se com as ruas citadinas. E quem é da cidade, depressa se torna saloio.
O sotaque torriense guarda estas pérolas linguísticas que nos definem e nos fazem sorrir. “A burra nas couves” é mais do que uma expressão — é um retrato da nossa forma de falar e viver.
Tamanhos Disponíveis: 5x5 cm, 7,5x7,5 cm, 10x10 cm, 15x15 cm
Material: Cerâmico
A expressão popular “a burra nas couves” é sinónimo de confusão e desordem.
Quando as coisas descambam, o Torriense não tem dúvidas: “Tem a burra nas couves!”.
A sua origem é incerta, mas a imaginação popular aponta dois caminhos: ou a burra era escondida no campo de couves quando o caos se instalava, ou então, sendo um animal teimoso e difícil de controlar, fazia estragos sempre que se metia nas hortas.
Em Torres Vedras, esta expressão ganha ainda mais força.
Somos cidade, mas não deixamos de ser campo. Aqui, as vinhas, as estufas e os pedacinhos de terra misturam-se com as ruas citadinas. E quem é da cidade, depressa se torna saloio.
O sotaque torriense guarda estas pérolas linguísticas que nos definem e nos fazem sorrir. “A burra nas couves” é mais do que uma expressão — é um retrato da nossa forma de falar e viver.
Tamanhos Disponíveis: 5x5 cm, 7,5x7,5 cm, 10x10 cm, 15x15 cm
Material: Cerâmico
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